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Vampiro de Niterói

Atualizado: 15 de jun. de 2021

Marcelo Costa de Andrade, mais conhecido como Vampiro de Niterói, é um assassino em série acusado de matar 14 meninos nas redondezas de Itaboraí, no Rio de Janeiro, entre abril e dezembro de 1991.


Preso em manicômios judiciais desde 1993, ele confessou 13 dos 14 homicídios atribuídos a ele, porém apenas 8 foram confirmados pela polícia.


Viveu parte da infância na favela da Rocinha em um lar completamente desestruturado, sua mãe constantemente sofria violência por parte do marido. Posteriormente, Marcelo foi viver com os avós no Ceará, onde sofreu violência física. Tempos depois, de volta ao Rio de Janeiro, sofreu maus tratos, chegando até mesmo a ser abusado sexualmente por um homem mais velho.


Na adolescência, foi mandado para um internato para meninos, porém, por não conseguir acompanhar as aulas, era constantemente hostilizado por seus colegas que o chamavam de retardado. Permaneceu na instituição até os 14 anos. Nas ruas, começou a se prostituir, alegando ser sempre ativo nas relações e tentou se suicidar quando, certa vez, um homem o obrigou a ser passivo durante o programa, o que perturbou-o.


Aos 16 anos foi viver com um homem, que o apresentou à Igreja Universal do Reino de Deus, mesmo com o companheiro, Marcelo ainda se prostituía, e assim continuava até que se separaram.


Voltando para a casa da família, ele largou a prostituição e começou a trabalhar formalmente, frequentava o culto e alternava entre revistas pornográficas e pregações do bispo Edir Macedo, segundo ele mesmo, foi em uma dessas pregações que ele ouviu que as crianças, quando morrem, vão para o céu, o que posteriormente disse ser o motivo de ele não matar adultos, por medo de os mandar para o inferno.



 
 
 

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