Caso Daniella Perez
- Distrito do Crime

- 3 de jun. de 2021
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Atualizado: 15 de jun. de 2021
O crime aconteceu no dia 28 de dezembro de 1992, quando a atriz e dançarina Daniella Perez foi morta brutalmente pelo seu companheiro de novela, Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Nogueira Thomaz. Daniella era filha da roteirista, produtora e autora Glória Perez, a qual na época dirigia a novela “Corpo e Alma” onde a filha e o assassino faziam par romântico. Guilherme de Pádua não estava contente, pois as suas cenas na novela tinham diminuído.
Após a gravação, cada um seguiu o seu caminho, e no meio do trajeto Guilherme parou no acostamento e ficou esperando o carro de Daniella, e o avistou em um posto de gasolina. O ator desferiu um soco no rosto da atriz, o que acabou lhe causando um desmaio.
Guilherme e a esposa levaram a vítima para um matagal, e desferiu contra ela 18 perfurações, quatro no pescoço, oito no peito, e seis nos pulmões, além de perfurações em outros locais não vitais, assim levando à morte. Em um primeiro momento, acreditava-se que a arma do crime teria sido uma tesoura, todavia a autópsia constatou que o instrumento utilizado seria um objeto semelhante a um punhal.
No dia seguinte, com a notícia da morte da atriz, Guilherme compareceu ao funeral da atriz e consolou a família e amigos da mesma. Ainda nesse dia o casal confessou a polícia a autoria do crime, porém só confessaram porque na noite anterior o advogado Hugo da Silveira, ao avistar dois carros parados em um local ermo na Barra da Tijuca, anotou a placa de um dos carros, e mais tarde descobriram que seria de Guilherme.
Guilherme e Paula foram presos após a confissão do crime e assim permaneceram até o dia do julgamento.





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